Muita coisa já foi dita e escrita sobre essa eleição.
Minha posição está clara nessa postagem aqui.
Combati bastante durante alguns meses o que considero DUPLA
MORAL, ou seja, uma maneira bem tendenciosa de ver os fatos, sempre
superlativizando quando é do outro lado e minimizando quando é do lado de cá,
como demonstro aqui
e aqui.
Critiquei a postura meio superior de isenção que alguns
adotaram, sempre falando frases de efeito mas sempre com viés de proteção a um
lado, como pode ser lido aqui.
Defendi a ideia que teríamos que ter sim um lado e uma escolha
como trato nesse outro artigo.
Quando acusado de Fascismo escrevi sobre o que na verdade
significa essa palavra conforme demonstro aqui.
Tenho certeza que não ofendi pessoalmente a ninguém, mesmo
que em alguns momentos tenha chamado a atenção de alguns a respeito das questões
citadas acima. Entendo que as redes sociais são espaços abertos para debate,
falar o que se pensa e ouvir o contraditório como defendo aqui.
Não me furtei assumindo o que sempre fiz, denunciar o
erro e a incoerência da candidatura da esquerda mas sempre com argumentos e não
slogans, como este artigo aqui.
Escrevi algumas outras tantas coisas no Facebook, WhatsApp e
outras redes. Não tenho controle sobre minhas opiniões atingirem às susceptibilidades
de alguns. Não tomei a iniciativa de desfazer nenhuma amizade no Facebook, a
exceção de três casos. Dois deles as pessoas comemoraram a facada levada por
Bolsonaro, um outra mais recente, de uma pessoa que atacou minha honra de forma
pessoal e direta ao ser contraditado. Nem mesmo quem me chamou de assessor de
Satanás, quem me chamou de machista, fascista ou taxista eu bloquei. Fui xingado
de riquinho de m..., só eu sei o quanto estou na fartura. Nada disso foi
suficiente para bloquear. Mas se voce não consegue viver com o contraditório e por isso me afastou, pena, sinto muito mesmo, mas a respeito disso nada posso fazer a não ser pedir que volte.
Reitero que nunca fiquei calado vendo o que considero errado
e vou continuar não ficando. Como postei recentemente nessa discussão escatológica
de quem é mais crente que o outro eu fico tranquilo por estar na mesma posição
dos principais referenciais do cristianismo evangélico no Brasil, mesmo que eu não tenha colocado individualmente ninguém como agente do fedorento.
Recebi algumas vezes um texto pelo WhatsApp enaltecendo a
fraternidade, o que é bom, e afirmando que as pessoas não podem ser julgadas
por suas preferências, o que é verdade até certo ponto, existem preferências e
preferências, em alguns momentos nessa eleição não estávamos falando apenas de
preferências e sim de métodos pensadamente nocivos. Não penso que uma eleição
deva ser uma guerra, esta em especial foi assim transformada e gestada ao longo
de vários anos de pregação de ódio do nós contra eles.
E apesar de todos querermos em princípio um Brasil melhor,
os métodos importam sim, e muito.
Concluo dizendo que busquei incessantemente trabalhar apenas
ideias e não agredir ninguém, se ao demonstrar que suas ideias não correspondem
aos fatos causei desconforto, tenho que dizer que o tempo não para, e que não
posso deixar de lembra-lhe que mentir para si mesmo é sempre a pior mentira. E
não, a despeito da frase atribuída a Goebbels parecer verdadeira, uma mentira
mesmo que repetida um milhão de vezes, jamais será uma verdade para mim.
Dormi contente ontem, acho que o melhor para o Brasil foi
escolhido, não, nada está de pronto resolvido, toda destruição é mais rápida do
que a reconstrução. Muito ranço totalitário ainda terá que ser removido e
demovido da mente das pessoas, ainda muita batalha há pela frente, mas que tudo
seja feito mesmo na discordância com mais respeito a verdade do que foi até o
momento. Algo para mim muito alvissareiro foi a oração do senador Magno Malta,
pasmo fiquei ao ver alguns cristãos criticando o ato, inda mais se revestindo
de uma santidade afetada, “oração deve ser no escondido do quarto”, esquecendo
quantas orações de gratidão sobre vitórias alcançadas permeiam o texto das
Escrituras tendo sido feitas em público.
No discurso de Bolsonaro como presidente eleito não houve um
só traço de rancor ou ameaça a quem quer que seja, tivemos sim um chamamento a
unir o país em torno de um projeto de desenvolvimento econômico onde cada um
seja premiado de acordo com seus resultados e responsabilizado por seus atos.
Vamos em frente, se o governo de Bolsonaro estiver errado,
estarei certamente na fileira dos que criticarão o erro. Enquanto isso fico nas
fileiras dos que estão confiantes em dias melhores com a graça de Deus.
Um grande abraço verde, azul e amarelo em nome do nosso
Brasil.
Ps.: Criticar o Brasil acima de Tudo e Deus acima de Todos,
para mim é buscar pelo em ovo. O amor pelo Brasil deve estar acima das coisas
materiais e dos objetivo pessoais, e claro que tudo debaixo da graça e vontade
soberana de Nosso Deus, nada demais na frase.

Muito bom o texto.
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