Uma afirmação muito corrente nos meios evangélicos brasileiros é que questões doutrinárias não são importantes. Em. geral essas afirmações são decorrentes de alguma contestação e quase sempre focadas numa afirmação nem sempre exposta e assumida que a “minha” experiência é diferente. Essa postura é de fato perniciosa porque: 1) Releva o estudo aprofundado das Escrituras e algo sem importância; 2) Torna tudo muito dependente da situação e característica emocional de cada um; e 3) Abre, escancara as portas para todo vento de doutrina que seja agradável a cada um. Me pego muitas vezes pensando numa situação onde Paulo poderia ser repreendido por estar admoestando doutrinariamente e exortando a manutenção da fé (mais uma vez a compreensão de fé que Paulo usa é claramente atrelada não apenas a confiança mas a essência doutrinária do Evangelho) de forma insistente e contund...
No mundo da pós história, pós modernidade e da pós verdade, onde tudo é relativo e consumido como fast food, temos que batalhar pelo pensamento crítico e analítico. Penso e reflito sobre Deus, religião e como isso define nossa relação com o mundo sabendo-se alguém que foi resgatado por Deus que nos elegeu para Sua própria Glória.