Quatro desvios claros cometidos pela Igreja Católica Apostólica Romana a respeito de Maria.
1) Títulos a ela atribuídos a Maria tais quais Rainha dos Céus, Advogada, Intercessora, Adjutriz, Medianeira das graças, etc...
2) A impecabilidade de Maria;
3) A eterna virgindade de Maria;
4) Maria é mãe de Deus.
Vamos lá
1) Títulos a ela atribuídos a Maria tais quais Rainha dos Céus, Advogada, Intercessora, Adjutriz, Medianeira das graças, etc...
Nenhum texto bíblico cita qualquer desses nomes e títulos a Maria. Todos esses termos foram sendo criados ao longo do tempo e além de não existirem na Bíblia associados a Maria, temos exatamente o contrário onde ela declara que só há um único intercessor e mediador[1] e apenas ele é Rei nos céus.[2] Só ele é declarado como advogado.[3]
Não há qualquer menção a Maria após a crucificação, nada em todo o Novo Testamento.
2) A impecabilidade de Maria.
A Bíblia declara decisivamente que todos pecaram.[4] E que o único justo, sem pecado é Jesus Cristo.[5] Pela queda de Adão, todas as pessoas, antes mesmo de nascerem, já estavam marcadas pelo pecado, que havia atingido toda a Humanidade. Para salvar a humanidade deveria ser oferecido em sacrifício vicário alguém que além de passar por essa vida sem cometer pecados, teria de nascer fora do pecado original. Mas como fazer isso, já que toda a humanidade estava manchada pelo pecado original do homem?
Mas Jesus Cristo não estava marcado por esse pecado original, pois ele era e é Deus. Por isso, ele pôde ser oferecido em sacrifício vicário por todos nós. Ninguém mais poderia, pois a humanidade já estava manchada por este pecado. Sendo assim, se Maria foi concebida fora do pecado original, então decerto a consideram como uma deusa. Ora, se ela faz parte da Humanidade – e faz – então ela não ficou isenta do pecado original, como ninguém da humanidade.
É por isso que Jesus Cristo foi oferecido em sacrifício vicário, porque ele é o único que, nascendo como homem, estava fora deste pecado, pois era Deus. Ninguém mais poderia fazer isso, nem Maria, pois ela assim como todo o resto da humanidade não era uma deusa, mas um ser-humano. Só Jesus Cristo esteve fora do pecado original e ainda não cometeu pecados ao longo de sua vida, e é por isso que só Nele somos salvos, como está escrito: “em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At.4:12).
A própria Maria conforme registrado em Lucas diz: “Minha alma glorifica o Senhor, Meu espírito exulta de alegria. Em Deus, meu salvador, Porque olhou para sua pobre serva...” (Lc.1:46).
3) A eterna virgindade de Maria
Não encontramos na Bíblia nada que possa nos levar a pensar que Maria não teve uma vida marital normal com José após o nascimento de Jesus. Pelo contrário temos diversas referências citando os irmãos de Jesus.[6]
4) Maria é mãe de Deus?
Outro dos dogmas errôneos do catolicismo é a alegação de que Maria é mãe de Deus. Deus é um ser não causado. Deus é a Causa Primeira de todas as coisas.
Os desvios da Igreja Católica Apostólica Romana em relação a Maria não aconteceram todos de uma só vez, mas foram sendo cometidos ao longo de muito tempo. Alguns deles abaixo.
- Ano 431 d.C. - Passam a cultuar Maria, mãe de Jesus.
- Ano 1216 d.C. – Instituição da Reza “Ave Maria”
- Ano 1854 d.C. - Dogma da Imaculada Conceição. Maria teria sido concebida sem pecado.
- Ano 1950 d.C. - Decretou-se a "Assunção da Virgem Maria". Ou seja, Maria teria sido elevada em corpo e viva ao céu, de onde intercede pela humanidade.

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