Pular para o conteúdo principal

Devocional: Hebreus 4 – O Cordeiro sem mácula.



 

Leia Hebreus 4:14-16

 

Nesse pequeno trecho uma das características de Jesus, seu nascimento e vida completamente sem pecado é apresentada  como a base de nossa confiança e fé diante do Pai.

 

a)    Cristo é a nossa porta de entrada nos céus;

b)   Devemos confiar e confirmar esse fato;

c)    Ele se compadece de nossas fraquezas;

d)   Ele foi tentado mas não pecou;

e)    Devemos nos achegar a Ele confiadamente;

f)     Ele é o Rei que nos ajudará sempre que houver necessidade com graça e misericórdia;

 

Mas queremos ainda destacar alguns detalhes da vida imaculada de Jesus.

 

a)    Jesus era totalmente livre de pecado;[1]

b)   Ele nunca desobedeceu, pelo contrário seu apego a Lei de Deus está claro no cumprimento que ele faz;

c)    Ele obedece em alegria sem qualquer relutância ao contrário de nós;[2]

d)   Não havia em Jesus a menor inclinação ao pecado. Sim Jesus não pecaria, nem hipoteticamente podemos admitir isso;

e)    Foi tentado em todas as coisas, inclusive no Getsemani, resistiu a todas as tentações;

 

Devemos ter Jesus como exemplo, mesmo que conscientemente saibamos que inalcançável ele deve ser nosso alvo.[3]

 

Um adendo aqui é que vez por outra escutamos a ideia de que poderia haver algum outro meio de Deus nos reconciliar com ele. Reafirmamos como sempre fazemos que não, esse era o único meio.

 

a)    Para nossa salvação era necessário que Jesus fosse isento de pecado;

b)   Ele foi um "cordeiro sem defeito e sem mácula", capaz de oferecer seu "precioso sangue" por nós (1 Pe 1.19);

c)    E cumpriu toda a vontade de Deus, aplicada a ele em particular, como Aquele que foi chamado para ser o Messias.

d)   Sua perfeita obediência o qualifica para ser o nosso todo-suficiente Salvador.

 

 



[1] João 8.46; 2ª Coríntios 5.21; Hebreus 4.15; 7.26; 1ª Pedro 2.22; 1ª João 3.5

[2] Romanos 8:7

[3] Lucas 14.25-33; Hebreus 12.3-13

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conhecendo o Presbiterianismo I - Quem Somos e de Onde Viemos

¡   O que Somos §   A IPB é uma federação de igrejas que tem em comum: ▪       História; ▪       Forma de Governo; ▪       Teologia ▪       Padrão de Culto, Liturgia e Vida Comunitária ¡   De onde viemos §   A IPB pertence ao grupo das igrejas REFORMADAS . ▪       Fundada em 1859 a partir do trabalho missionário da PCUSA (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos); ▪       A origem do Presbiterianismo remonta ao século XVI nas igrejas protestantes reformadas da Suiça, com Ulrich Zwinglio e Jean Calvin, e da Escócia com John Knox.   ¡   Porque Presbiteriana §   O nome vem a partir da forma de administração. ▪       A IPB é administrada por PRESBÍTEROS eleitos pelas comunidades locais; ▪       Sendo ...

Identidade Presbiteriana

Eis a Identidade Presbiteriana - Rev. Ageu Magalhães INTRODUÇÃO A “identidade presbiteriana” é bastante citada no contexto presbiteriano, mas é quase um jargão não muito bem definido. Por conta desta indefinição foi que resolvi escrever algumas linhas sobre o assunto, algo sintético mesmo. Alisto abaixo o que é distintivo em nosso sistema e, na sequência, a explicação de cada um dos pontos: - Governo: Representativo - Ofícios: Presbíteros (docentes e regentes) e Diáconos - Regra de Fé e Prática: Bíblia - Teologia: Reformada, Aliancista - Subscrição: Confissão de Fé, Catecismos Maior e Breve de Westminster - Culto: Princípio Regulador do Culto (só o que é prescrito na Bíblia é permitido) - Dons espetaculares: Cessacionista  - Ceia: Presença Espiritual de Cristo - Batismo: Aspersionista e Pedobatista 1. GOVERNO REPRESENTATIVO As 3 principais formas de governo de igreja são: 1. Episcopal - Um governa todos. A decisão final sobre os assuntos da i...

A SOBERANIA (LIMITADA?) DE DEUS.

  Vez por outra participo de algumas conversas em grupos de WhatsApp de assuntos cristãos. Coisas que me cansam sobremaneira nesses grupos: 1. O mono tema. Parece que todo o arcabouço doutrinário gira em torno de predestinação e eleição. 2.     A imensa dificuldade das pessoas lerem o que está escrito de forma objetiva. 3.   A propensão quase total de estabelecerem por suas cabeças o que os outros pensam, definir qual argumento que querem combater, em geral é uma False Flag [1] ou como prefiro um espantalho, e passar a definir o que o outro lado pensa. Exatamente dentro desse quadro me deparei com uma pessoa que me traz afirmações peremptórias como as que passarei a analisar a seguir. “ Não fazia parte dos planos de Deus ,isso foi um investimento em cima de Jó tanto de satanás como de Deus. Isso não aconteceu por que Deus planejou, mas sim por que satanás acusava a  Jó diante de  Deus ,que Jó era fiel por que Deus...