Leia 1ª João 1:5 a 2:6
Luz
João inicia esse trecho contrapondo luz e trevas. No Evangelho está posto uma escolha de andar na Luz ou nas trevas. Praticar a verdade ou tomar a Deus por mentiroso. João nos apresenta que Deus é luz e essa atribuição implica no reconhecimento dos seus atributos de pureza moral e santidade.
Pecado
É um fato inegável que todo cristão salvo ainda peca, e que a santificação não estará completa em nós até a renovação do nosso corpo que será glorificado. Não temos como dizer que não temos pecado, não podemos recusar esse diagnóstico que João nos apresenta sobre nós mesmo, não há como receber perdão se não reconhecemos nossa culpa, e sem perdão não haverá salvação.
Confissão
João nos apresenta o conceito da necessidade inconteste de confessarmos nossos pecados ao Pai confiados na mediação de Cristo. O remédio para a dor do pecado é exatamente confessar nossa fraqueza e confiar no perdão divino.
A confissão é essencial para o recebimento do perdão de Deus, não que ela em si seja um meio de purificação, mas por ser o meio definido por Deus para recebimento dos efeitos de sua graça e misericórdia.
Perdão
Deus concede perdão e purificação por uma questão de fidelidade e justiça.
Ele não se recusará. nem mesmo pode recusar-se a fazê-lo. O perdão de Deus nos é dado tão logo admitimos que temos necessidade do mesmo. O dom gratuito do perdão traz consigo a purificação de toda nossa injustiça e impureza. A justiça de Cristo nos é imputada.
Propiciação
Propiciação é um sacrifício oferecido a Deus com o propósito de remover a inimizade introduzida pelo pecado entre Deus e aquele que o adora.
O derramamento de sangue foi essencial para remissão de nossos pecados.[1] O sangue de Cristo foi o vicário e voluntário de valor único e definitivo para os eleitos; pagou completamente a punição de Deus pelo pecado.[2]
Considerações
O perdão não remove a obrigação moral de se obedecer aos mandamentos
de Deus. O perdão não nos é uma licença para pecar. Jesus é o justo advogado que se sacrificou pelos eleitos de Deus.
O conceito bíblico de conhecimento envolve comunhão íntimo, portanto aqueles que conhecem a Cristo guardam seus documentos e se aperfeiçoam porque neles é colocado um espírito que busca incessantemente a conformidade com a vontade de Deus.
Não há como ter recebido o perdão de Deus e se conformar com uma vida em desobediência e quem assim procede é mentiroso e vilipendia o sacrifício de Cristo.

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