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Filhos, o de Mourão não é um Lulinha, pelo menos ainda.

Li muitas postagens sobre a promoção do filho do Mourão.

Vejo claramente algumas correntes nos comentários.

1. Seguidores cegos que acham que não há nada demais;
2. Isentões loucos por repetir a todo o momento, eu avsiei;
3. Lulistas enrustidos ávidos por ficar repetindo é tudo igual;
4. Lulistas assumidos prontos a tentar dizer que não fizeram nada demais por que todos fazem;

Primeiramente penso que não é algo sem qualquer consideração a ser feita.

Porém não é ilegal, é burro e talvez antiético, e nem de longe lembra o que o ocorreu com a prole de Lula.

Julio Cesar cunhou uma frase, "minha esposa não deve estar nem sob suspeita", devido a um evento no qual sua esposa Pompeia teria sido assediada por um jovem, daí criou-se um provérbio popular, "A mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta"

Em se tratando de coisas públicas isso deve ser levado ao extremo, falta muito desse entendimento na vida brasileira. Mesmo que ele seja competente e que não tenha havido nada de influência do General Mourão, ficará parecendo que houve, e para quem prega a moralidade na república, é importante não apenas ser honesto, mas parecer honesto também.

Concluo pontuando que esse fato não torna todos iguais, e não permite o "eu avisei". Esse comichão de querer parecer superior é apenas arrogância guardada.

Por outro lado, a ascenção meteórica de um zelador de zoológico a milionário da tecnologia de games é algo bem diferente, envolve não um ato suspeito e sim um ato carregado de pecados que matam uma república.

Portanto deixemos de joguinhos. O filho de Mourão deveria recusar o cargo, e os agourentos pordem parar com essa comparação tola.

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