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Será que tanto faz?




Por esses dias estive acompanhando um desses debates totalmente no sense aqui do FB. Redijo esse post direcionado a Cristãos que são os que vão me compreender mais facilmente.

A coisa girava em cima de "Mimimi sobre Feminismo", e ao que me parece já era consequência de alguma discussão anterior.

Nem quero entrar nessa discussão aqui, mas queria pegar duas afirmações que surgiram nos comentários, e vou analisa-las sob a óptica da cosmovisão cristã, mesmo porque em princípio todos os envolvidos na discussão se declaram cristãos.



Partindo da premissa acima passaremos a restringir todo e qualquer ação, inclusive evangelística e de ação social. Visto que apenas "vítimas" podem se expressar sobre a situação de vítimas suspenda-se todo e qualquer diálogo, já que cada um pode se avaliar e auto declarar como vítima como achar que deve, quem seria capacitado a opinar sobre qualquer coisa que seja. Por exemplo eu posso me declarar como vítima de bullyng por ser criticado em expressar minha opinião sobre este assunto. Ou existe uma gradação não assumida de vitismo baseado em alguma ideologia?

A luz da Bíblia podemos pensar de fato que as pessoas não podem se expressar sobre outros baseados em guetos ideológicos?

O que dizer sobre Jesus e os apóstolos criticando e pedindo mudança de comportamento de pessoas? Rasguem-se as páginas da Bíblia sobre isso?

Essa última afirmação é o supra sumo do liberalismo teológico. Primeiro existe um erro crasso. Em momento nenhum a Bíblia, Cristo, diz que devemos amar ao próximo mais que a mim mesmo, e sim "amar o próximo como a ti mesmo." Isso inclui a ideia que devemos tratar a todos com amor, mas não implica em uma postura complacente, aliás o próprio Cristo desceu a ripa nos vendilhões do templo, e não se escusou de usar termos como "sepulcros caiados" e "raça de víboras".

Mas, o mais estranho nessa afirmação é conceber o conceito de que o comportamento do cristão não importa, o que é importante é apenas demonstrar "amor". Essa relativização do evangelho pode ser qualquer coisa, menos cristianismo.

Por fim, volto a uma questão que se repete ao extremo sobre respeito ao outro implicar em não discutir opiniões. Meus caros, na hora em que isso for verdade, simplesmente termina-se o diálogo. Respeitam-se pessoas, mas se eu respeito todas as opiniões sequer posso mais pregar a Palavra.

Simples assim.

Ah! Sobre Feminismo e Cristianismo sugiro as leituras nos links abaixo:


e esse texto anterior de nosso blog sobre o assunto.


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