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Verdadeiros Adoradores XV - Os Cultos Especiais



Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional
Romanos 12:1


Há cerca de 4 anos atrás tive a oportunidade de dirigir algumas lições na Escola Bíblica Dominical baseadas nesse tema. Vamos passar a reproduzi-las aqui em partes e estaremos a disposição para que dúvidas sejam tiradas pelo email aplacido@gmail.com. 



•       Questões a considerar
–      Não seriam todos os cultos especiais?
–      Qual o perigo nos cultos especiais?
–      Louvor a Deus x Louvor ao indivíduo

•       Características de um culto especial






•       Deve ser um culto centrado em Deus
•       A origem é algum acontecimento importante na vida de um ou mais servos do Senhor.
•       Não podemos esquecer a quem o culto será prestado.
•       A modernidade construiu a tendência do culto antropocêntrico, em que o homem se torna a razão do culto.
•       Os detalhes devem ser projetados para agradar não aos adoradores mas a Deus
•       Culto não é produto de consumo
•       Jesus Cristo deve ser o centro para quem tudo deve convergir em uma programação;
•       Deus  não divide Sua glória com ninguém (ls 42:8).
•       Pessoas podem ser louvadas e elogiadas mas a centralidade deve ser a honra ao Criador

•       Deve ser um culto preparado
•       Cada culto especial tem razões diferentes para a sua realização e deve ser preparado adequadamente.
•       Ainda que a razão seja a mesma, as pessoas, no entanto, não são.
•       Cada culto de ação de graças, por exemplo é único e exclusivo.
•       Existem expectativas que devem ser, dentro das devidas proporções, satisfeitas.
•       Os organizadores devem ser sensíveis, familiarizando-se com as razões que darão ocasião à programação especial.
•       Deve haver harmonia entre o programa do culto e o que o originou.

•       Deve ser harmonioso
•       As músicas e tudo o mais tem que estar em harmonia com a razão do culto
•       O cântico triunfante de Moisés (Êx 15:1-19)  - Quando Deus destruiu Faraó e seu exército no Mar Vermelho, selando definitivamente a libertação de Israel do jugo egípcio, Moisés cantou exaltando a grandeza e o poder de Deus.
•       A antífona de Miriã e das mulheres (Êx 15:20-21)  - Um ritmo que envolve e convida o povo para a celebração da vitória, do triunfo.
•       O cântico alegre de Davi (25m 6:12­19)  - Transporte da Arca feito com celebração com e muita música. Davi dançou com todo ânimo.
•       O cântico triste do povo no exílio (Sl.137) - Contrastando os cenários alegres e festivos encontramos este salmo que é uma canção triste e deprimente.
•       A palavra pregada deve ser de acordo com o motivo do culto

•       Pode ser uma oportunidade evangelística
•       Independentemente de qual seja o motivo que deu ocasião ao culto especial, a proclamação do evangelho deve ocupar o ponto alto da pregação.
•       Há pessoas que só participam de uma programação evangélica nessas ocasiões.
•       Há pessoas que entram no templo somente porque há uma programação, a seu ver, social.
•       Um parente que mesmo não sendo cristão participa da consagração da netinha, da celebração do aniversário dela, quando convidado.
•       Um ateu que participa da formatura do colega.
•       Toda a família que se reúne para ir ao casamento de um parente, mesmo que muitos deles não concordem com a opção religiosa dos noivos.
•       A proclamação do evangelho deve ser feita com tato;


“o culto especial é para ser uma bênção na vida tanto de quem o solicita como na vida de quem o organiza. Basta tomar os cuidados necessários e dar a ele a atenção devida. ”

“A gratidão deve ser o sentimento responsável pela realização desses cultos. Deus Se agrada de um coração grato, que reconhece tudo quanto dEle recebe, sem a soberba de achar que Ele não faz mais do que devia. Deus aprecia os humildes na mesma proporção que resiste aos soberbos.”

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