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Tolices que Cantamos III




Mais uma do cancioneiro gospelento do tal Ministério Trazendo a Arca  (!?)


Se tentam destruir-me
zombando da minha fé
e até tramam contra mim
querem entulhar meus poços
querem frustrar meus sonhos
e me fazer desistir
Mas quem vai apagar
O selo que há em mim?
A marca da promessa, que Ele me fez
E quem vai me impedir, se decidido estou?
Pois quem me prometeu, é fiel pra cumprir
O meu Deus nunca falhará, eu sei que chegará minha vez.
Minha sorte Ele mudará
Diante dos meus olhos
Prepara-me uma mesa
Na presença dos meus inimigos
Unge minha cabeça
E o meu cálice faz transbordar
Mas quem vai apagar...


A primeira pergunta dessa música que começa com uma letra para lá de ufanista, é que selo é este? e que promessa é essa? Pelas referências anteriores o foco da promessa parece estar nos bens materiais. Num segundo momento o autor bate no peito e garante que sua decisão é forte o suficiente para lhe garantir. O famoso eu se garanto.

Na segunda parte longe de uma adoração vemos uma reivindicação forte para a glória pessoal.

Mas uma musiquinha modernosa com uma visão antropocêntrica mas que os ministérios de louvação adoram porque animam e incentivam a platéia no processo de auto ajuda.

Comentários

  1. Exemplo típico de canção feita para "vender". A música "gospel" está cada vez pior. Triunfalismo, auto-afirmação, auto-ajuda, confissão positiva, entre outros, são temas recorrentes na música gospel, geralmente "consumida" por pessoas sedentas por qualquer coisa que possa trazer algum conforto espiritual em face de um mundo tão caótico e fugidio como o atual.

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